NOSSA SENHORA E O VENERÁVEL PADRE RODOLFO KOMOREK, SDB
Pe. Rodolfo nutria para com Nossa Senhora uma devoção filial.
Visitava lhe com frequência o altar, aconselhava os outros a rezarem à Mãe de Deus, dela falava carinhosamente nas pregações e conversas.
Ao ser capelão na Primeira Guerra Mundial, numa ocasião no Campo de batalha, teria sido alertado, por Nossa Senhora, sobre um ataque ao local onde os saldados poloneses se encontravam. Conseguiu avisar todos os soldados, os salvando do perigo eminente.
Nunca concluía os sermões sem uma referência a Nossa Senhora.
À hora das Ave-Marias rezava piedosamente o Angelus, mesmo nas viagens, interrompendo a conversa ou o que estivesse a fazer no momento.
Rezava sempre o terço, na Igreja, na rua, nas viagens, no confessionário enquanto aguardava os penitentes.
Quando em Niterói, a estátua de Maria Auxiliadora visitava as famílias da paróquia, ia todas as noites à casa onde ela parava e dava aí alguma lição ou instrução a gente que de hábito não ia à igreja. E edificava a todos com as suas maneiras gentis e com agradável exposição da doutrina.
Internado no Sanatório Vicentina Aranha, visitava diariamente a Gruta de N. Sra. de Lourdes (atrás da Capela do Sagrado Coração de Jesus). Ficava ali diante da imagem cerca de 15 minutos antes de ir celebrar a Missa.
Nos dias que lhe precederam a morte tinha sempre nas mãos o velho terço
já muito gasto, que não quis nunca trocar por outro.
Sua confiança em Maria revela-se nestas palavras repassadas de amor
filial: “Nossa Senhora está aqui conosco, pertinho de nós, junto conosco. Se alguém está triste, não é feliz na vida, é porque não procura Nossa Senhora. Se recorrer a ela encontrará quanto deseja”.
A um compatriota escrevia: “Humildemente peço uma Ave-Maria para bem morrer. Tenho confiança na bondade de Maria”. E Maria o teria levado para o céu, que ele definia: “o céu de Nosso Senhor e de Nossa Senhora”.
Pe. Fausto Santa Catarina, SDB
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